domingo, 12 de janeiro de 2014



CAROLINA






CÁTIA









FÉLIX






JOANA







MEYER, Stephenie – “Crepúsculo”. Porto: Edições Gailivro, 2008.




            Decidi ler o “Crepúsculo” por ter ouvido falar bastante desta saga e também por ter uma ideia má da mesma que queria apagar. O livro é sobre uma rapariga chamada Bella que tinha os pais divorciados, morava com a sua mãe mas decidiu ir morar com o seu pai para Forks já que o seu padrasto e, consequentemente a sua mãe, viajavam muito o que a deixava bastante sozinha em casa.
            Bella, embora não esperasse foi muito recebida na sua nova escola e encontrou algumas pessoas bem simpáticas. Mas houve uma família que a deixou bastante intrigada, a família Cullen, principalmente um dos membros, Edward Cullen.
            Depois disse o livro retracta todas as peripécias da história destes dois adolescente que acabaram por se apaixonar mesmo depois de ela descobrir que Edward era um vampiro.
            Algo que achei bastante interessante no livro é como os pensamentos de Bella são relatados por a autora. Faz-nos entrar completamente na mente de Bella e, por vezes, sentir-mos todos os seus pensamentos com bastante intensidade. Por isso, destaco a personagem de Bella como a minha favorita, sem dúvida.
            Todas as partes onde se relatam as histórias de todas os “nascimentos” e das características dos vampiros da família Cullen são das partes mais cativantes do livro. Contudo, a emoção só começou quando outros vampiros que não os Cullen entraram na história. Quando o batedor, James, decidiu enfrentar os Cullen e perseguir Bella para a matar a verdadeira acção do livro começa.
Vinha com as expectativas baixos, logo, foi bastante fácil gostar do livro. Gostei de como a Stephenie Meyer escreve é deveras interessante. E após a leitura deste livro pretendo, sem dúvida alguma, continuar a ler a tão famosa saga “Twilight”.




Data: 06 / 01 / 2014


NOME: José Alexandre Tavares Padinha Ano/Turma: 9ºC Nº 15


Ficha de leitura


Identificação da obra: O título do livro é “O Primo Bazilio”, foi escrito por Eça de Queiroz e editado por “Livros do Brasil”.



Recensão: Eu comecei a ler o livro “O Primo Bazilio” porque me recomendaram. Ainda só li até à página 42 mas pretendo continuar a ler nos meus tempos livres. Até à página que eu li, o livro trata a história de uma rapariga chamada Luiza que é casada com um ministro chamado Jorge. Jorge antas de ir viajar avisou a Luiza que o primo Bazilio ia voltar do Brasil. Bazilio foi o primeiro namorado da Luiza. Quando eram mais novos, passavam os verões em Sintra, até o dia em que Bazilio teve de ir para o Brasil para ganhar algum dinheiro. Desde então nunca mais se viram. Luiza tinha uma amiga chamada Leopoldina. Elas eram amigas há muitos anos mas o marido de Luiza não gostava dela e proibiu-a de entrar na casa deles, porem como Luiza tinha muito carinho por ela deixava Leopoldina visitá-la quando o marido não estava em casa. Aos domingos à noite vários amigos de Jorge iam a casa dele e da Luiza.

Estou a gostar de ler o livro embora eu acho que ele tem muita descrição o que para mim se torna um pouco aborrecido. 


Carolina


Pinto, Margarida Rebelo – “Minha Querida Inês”. Lisboa: Clube do Autor, 2011




Escolhi o livro “ Minha Querida Inês” por se tratar de algo diferente do que é habitual eu ler, um romance histórico.
Li apenas até ao quinto capítulo, mas pretendo acabar de o ler.
A autora encarna o papel da personagem de Inês e descreve em sete capítulos os últimos sete dias da vida desta heroína romântica.
No primeiro dia D. Inês recorda todos os bons dias com o seu amado Infante D. Pedro que se encontrava fora com os seus homens. Nesse mesmo dia, D. Álvaro pede para falar com ela, ele queria saber se D. Pedro pretendia fazer guerra a Pedro de Castela junto com os seus homens e os irmãos Castro. No segundo dia, D. Inês fala sobre as pessoas em quem confia, fala também de D. Isabel e têm uma visita inesperada de Afonso Madeira, este trazia-lhe uma carta de D. Pedro. Neste capítulo como em todos os outros têm na segunda parte uma narração de outras pessoas, neste capítulo tem uma narração de Afonso Madeira em que insultava Inês e rebaixava as mulheres, fala também da relação que têm com D. Pedro que não é uma habitual relação entre Senhor e escudeiro. No terceiro dia, D. Inês dorme com a carta do seu amado e consegue finalmente ter uma noite descansada, mas continua sem entender a visita de Afonso Madeira, este que a odiava. D. Inês praticamente já quase não se lembra da sua vida antes de conhecer Pedro. D. Inês fala também um pouco de D. Constança, ainda neste capítulo é feita uma narração por Remédios, aia de D. Inês. No quarto dia, D. Inês conta como era tratada, como o povo e o Rei a odiavam, fala acerca da família de D. Pedro, fala também acerca da sua relação com D. Pedro e em como o amava, falava em como tinha medo de deixar este mundo e em como receava o futuro dos seus tesouros, os seus filhos. No quinto dia, D. Inês volta a falar acerca da sua morte, fala de D. Constança e do casamento dela com o seu amado, da peste que a acusam de ser a culpada, e de Teresa que vêm a ser a sua aia. Neste capítulo é feita também uma narração por Guiomar, aia de D. Inês, lembra da primeira vez que viu Inês e fala acerca de um futuro trágico para ela.
Estou a gostar de ler o livro, acho que é um romance bonito e ao mesmo tempo triste. Apenas não gosto de quando são repetidas ideias várias vezes, torna a leitura um pouco aborrecida.





Data: 06/01/14


NOME: Cátia Santos                  Ano/Turma:  9º C       Nº  6


MARTIN,George – A Guerra dos Tronos. 12ª Edição: Outubro, 200. ISBN 978-989-637-010-7




Esta obra começa visita que o rei Robert, que veio do norte, ao lorde de Winterfell,Eddard Stark.O rei quando foi visitar, ainda não sabia que ia entrar numa espiral de conspiração e morte, juntamente com a sua família. 
Passado o tempo de estadia o rei acaba por ser convidado a deslocar-se para a corte e recebe também uma oferta para obter uma função. Ele aceitou-a mas estando desconfiado do envenenamento do anterior detentor, que foi feito pela rainha, porque ela é má, arrogante e manda em tudo no seu clã. 
Como a função do rei Robert era estar perto do outro rei, pois Robert é mão de rei, contudo Eddard estava muito esperançoso de salvaguardar o Robert da manipuladora, sabendo sempre que tinham os seus inimigos, que era muito pior, visto que era fatal, porque a vontade deles era ilimitada e o perigo que o rei corre, que era muito maior de que rei Eddard temia.
Depois destes acontecimentos todos, o lorde de Winterfell, refletiu e apercebeu-se que para além de estar sozinho na corte, também a sua a vida não vale nada. E acaba por pensar que a sua família estando no norte, a viver podia estar a correr perigo. 
A minha personagem favorita, ou que me chama mais á atenção foi a princesa Dacherys Targaryen, porque acho uma personagem que ao contrário da rainha, ela é uma pessoa boa, géneros, humilde e persistente, visto que pretendia ressuscitar dragões do passado, tudo para recuperar o trono custasse o que custasse, pois ela era da dinastia que reinou antes de Robert.
A floresta de Winterfell, foi o local que me mais agradou pois imaginei-me naquele local, e arrepiei-me pois lá encontravam-se mortos, era um sitio frio e não era muito seguro.
Eu penso que esta escrita não é para leitores que pouco leem, pois é uma escrita muito complexa, porque usa todos os tipos de registos de formalidade e tem uma particularidade pois é escrita para teatro ou cinema.
A minha opinião quanto a esta obra é que eu gostei muito deste livro, porque mostra-nos uma realidade, acontecimentos coerentes e muitos de ter arrepios e por isso recomendo este livro a pessoas que gostam de ler!   





Data: __06___ / __01___ / _2014____


NOME: João Miguel Oliveira Ruela____________________________________ Ano/Turma: 9ºC__ Nº __13_



ANTUNES, ANTÓNIO LOBO, Livro de Crónicas, 1ª edição: Novembro de 1998



“A minha morte“- Esta crónica é uma crítica ás pessoas que se limitam a concordar com todas as pessoas. Nesta crónica, um homem restringe-se a palavras curtas, como: “exatamente“, que dão ideia de concordância com o interlocutor. Numa conversa com um amigo, este cansa-se da falta de interesse e mata-o.
“Claro que te lembras de mim“- Nesta história, há um homem que fala da sua infância e do quanto cresceu. Não aceita que uma amiga dele o tenha esquecido, e não acredita que ela tenha crescido, isto é, que tenha casado, seja mãe e que trabalhe no Ministério das Finanças.
“O amor dos animais“- Nesta crónica, existe um homem que é considerado maluco, porque gosta e fala com animais. Numa conversa com o doutor Bombarda Fernando, eles discutem qual é melhor, os hipopótamos ou tigres? Dada esta situação, são ambos internados e dados como malucos.
“A terceira guerra mundial“- Um casal começou a ter discussões quando mudou de casa. Ambos queriam pôr azulejos com os nomes deles na frente da casa. Eles não tinham dinheiro porque demoraram demasiado tempo a escolher qual dos nomes ficava no azulejo, “Vivenda Lopes“ ou “Vivenda Natércia“. O pedreiro levava dois contos à hora, então tiveram que abandonar a casa por falta de dinheiro para pagar a prestação.
“A consequência dos semáforos“- Os motivos pelos quais o escritor não gosta dos semáforos são: O sinal vermelho, porque só está vermelho quando ele tem pressa, o verde porque está verde quando não tem pressa e o amarelo porque o deixa na dúvida, entre arrancar e travar. 

No momento em que acelera no amarelo, dá-se um acidente. Ele também odeia os semáforos porque sempre que está parado, aparecem nos vidros macrocefálicos, estrábicos, coxos, marrecos, manguelóides… Este ainda é acusado de não ser pontual e ainda tem de suportar todas estas coisas.

“A prepósito de ti“- Fala da vida de casal do escritor, da felicidade que é ter alguém que lhe sublinha a encarnado os programas que lhe interessa na TV Guia, da rotina diária duma vida de casal perfeita sem discussões, das coisas que faziam juntos. O autor só não percebe que a mulher foi embora, visto que ainda acredita que são felizes e ainda pensa gravar a novela para quando a mulher chegar. Só que esse dia não vai acontecer.



Paula Silva, 9ºC 



HOROWITZ, Anthony - “A estrela Maldita”. 1ª edição, fevereiro de 2008.




Esta história começa em Yorkshire. No entanto a grande aventura passa-se no Peru. Matthew Freeman, a personagem principal, apercebe-se que não é normal e que tem poderes especiais, mas que não os consegue controlar. Matt, como sempre se apresenta, é um rapaz de 14 anos. Agora, vive com Richard Cole, um amigo que fez quando estava no projecto “LEAA”. O rapaz está sob protecção do Nexus, um grupo de pessoas importantes que conhece segredos sobrenaturais, como “Os Velhos”. Nesse grupo, a menina Ashwood, uma senhora completamente cega, é a minha personagem preferida, pela simples razão de que não precisa de olhos para ver as pessoas, apenas precisa de sentir o que as pessoas realmente são.
Na escola, Matt não tem amigos e o rapaz que ele mais odeia, chama-se Gavin Taylor. Quando Gavin se atreveu a fazer-lhe uma rasteira, Matt enervou-se e fez explodir um candeeiro em cima do inimigo. Aí, Matt percebeu que não era normal. Mais tarde, o protagonista tem uma visão da escola a explodir, e activa o alarme de incêndio para a evacuação do recinto. Depois de estarem todos no campo de futebol, Matt vê a sua tia, Gwenda Davis, num camião cisterna a descer rua abaixo, em direcção a Forrest Hill. Estava ali para o matar, mas Matt antecipou-se.
O Nexus enviou o sr. Fabian para falar a Matt da existência do segundo portão, e de que precisavam da sua colaboração para recuperarem um diário importante. O rapaz encontrou-se com William Morton, numa igreja, tentando recuperar o diário, mas foi uma tentativa falhada, pois este é morto e o diário é roubado enquanto matt estava numa dimensão secreta.
Depois Cole e Matt foram enviados para o Peru com identificações falsas, e no caminho para o Hotel Europa, foram atacados por um grupo terrorista. Raptaram Cole e Matt fugiu, sendo mais tarde ajudado por um rapaz local, chamado Pedro.
Diego Salamandra era o maior inimigo de Matt no Peru, e foi ele quem mandou atacar o carro em que seguiam para o Hotel e foi ele que ordenou matá-lo. Matt estava metido em apuros, e sem dinheiro. Como se irá safar desta vez?

Nota: não acabei de ler o livro, só li até ao capítulo 11.




Jéssica